16 de Julho de 2009

Galo feliz que nem Pinto no lixo.

2 x 0

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Felizes com a conquista do Estudiantes, os atleticanos compareceram em grande número ao Mineirão e cantaram o nome de seu novo ídolo: Veron.
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Pouco antes do início da partida, a imagem do craque argentino foi exibida no telão do estádio e levou a torcida, carente de títulos e carente de ídolos há muitos anos, à loucura.
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Logo que a bola rolou, o sãopaulino Miranda se candidatou à ídolo atleticano,também. Sozinho ele conseguiu se enrolar com a bola e entrega-la de presente para Diego Tardeli que nem agradeceu. Invadiu a área e fuzilou o goleiro Dênis. Atlético 1 x 0.
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A partir de então, foi um massacre. Thiago Feltri, pela esquerda, arrasou com o fraco Zé Luis e criou muitas jogadas de perigo.
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O “miolo” de zaga sãopaulina parecia querer se consagrar de vez com a torcida adversária. Cada ataque atleticano era um “ataque cardíaco” tricolor.
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Aos 6, Thiago Feltri cruzou na cabeça de Diego Tardeli, dentro da pequena área, entre 2 zagueiros....cabeceou para fora.
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Em chutes da entrada da área o Atlético usou e abusou em errar o alvo.
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Aos 20, Tardeli deixou Éder Luiz na cara do gol, mas ele demorou a chutar, adiantou a bola e foi travado na hora da conclusão.
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Só aos 34 minutos, o São Paulo conseguiu articular uma jogada decente. Júnior César cruzou da esquerda e Werlei desviou prá escanteio, quase marcando gol contra.
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Aos 36, após boa troca de passes, Dagoberto chutou cruzado, prá linha-de-fundo.
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Aos 37, Thiago Feltri ganhou a 1000° jogada sobre Zé Luis. Carlos Alberto chegou a marcar o gol, mas fazendo falta no goleiro, Dênis. Gol anulado.
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Nos minutos finais do 1° tempo, o São Paulo conseguiu se livrar da pressão.
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No 2° tempo, bastaram 2 ataques para o Atlético liquidar o jogo.
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Aos 5, Éder Luiz cruzou para Diego Tardeli...livre, no “2° pau”, dentro da pequena área, recuou a bola para o goleiro Dênis.
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Aos 7, Serginho arrancou pelo meio, saiu pela meia esquerda, tocou pr'o Eder Luiz e recebeu de volta...na cara do gol...um tapinha no canto esquerdo...2 x 0.
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O restante do jogo foi meio em “banho-maria”. Isso porque o Atlético recuou prá tentar jogar no seu melhor estilo: explorando os contra-ataques.
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Mas a falta de precisão no “último passe” impediu que a vantagem fosse aumentada.
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Como o São Paulo era totalmente ineficiente, o Atlético acabou se acomodando e ficando satisfeito com o resultado. Se forçasse um pouquinho mais, ganharia de quanto quisesse.
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Se com Muricy o time era dependente das jogadas aéreas, com Ricardo Gomes parece que o time está proibido de tentar essas jogadas. Assim, o “11” tricolor é apenas um protótipo de time de futebol.


--- 4 x 3

Com um meio-campo bastante congestionado, o Sport conseguiu evitar as jogadas do Corínthians no ínicio do jogo. Não atacava, mas, também, não era atacado.
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O Corínthians só conseguiu chutar a primeira bola ao gol, aos 11 minutos. Ronaldo, de fora da área, de perna esquerda, rente à trave esquerda.
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No minuto seguinte, no único ataque do Sport no 1° tempo, Fabiano escorou cruzamento da direita e tocou de cabeça no ângulo direito de Felipe. Sport 1 x 0.
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Aos 15, Ronaldo perdeu na cara do gol. Após cobrança de escanteio, ele apareceu livre no “2° pau” e chutou em cima de Magrão.
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O Corínthians mantinha a posse de bola mas não conseguia furar o bloqueio pernambucano.
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Aos 27, Jorge Henrique fez jogada pelo meio, tocou para André Santos que entrou pela esquerda e fez um cruzamento preciso para Ronaldo, no “2° pau” que livre, empatou o jogo. Corínthians 1 x 1 Sport.
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O panorama continuou o mesmo. Corínthians tentando atacar e Sport tentando marcar.
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Até que aos 34 minutos, Diogo cruzou, Ronaldo entre 2 marcadores, nem precisou sair do chão para arcar mais um, de cabeça. Corínthinas 2 x 1.
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Mesmo com o placara adverso, o Sport passou o restante do 1° tempo, recuado e tentando evitar o 3° gol corinthiano.
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No 2° tempo, o Corínthians começou arrasador. A 1 minuto, aos 2 e aos 2:47, foram 3 boas oportunidades criadas no ataque.
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Aos 4, Cristian avançou pelo meio, arriscou o chute de fora, a bola desviou na zaga e foi morrer no fundo das redes. Corínthians 3 x 1.
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Aos 8, Ronaldo voltou a usar a cabeça, após cobrança de falta, e quase marcou o seu 3° gol.
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A partir daí, o jogo mudou radicalmente. O Sport saiu pr'o jogo, explorando as jogadas pelas laterais,pressionou, colocou o Corínthians na roda...até os 33 minutos.
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Vandinho entrou no lugar de Luciano Henrique e foi decisivo.
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Aos 11, Dutra acertou a trave. Aos 18, Dutra cruzou da esquerda e Vandinho ganhou da zaga e diminuiu. Corínthians 3 x 2 Sport.
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Aos 22, Hamilton chytou de fora da área, Felipe soltou nos pés de Guto que chutou em cima do goleiro...na sobra, Vandinho rolou pr'o fundo do gol. 3 x 3.
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Só dava Sport. Mantendo a posse de bola, trocando passes e envolvendo o adversário.
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Aos 28, Guto, sozinho, dentro da pequena área, cabeceou...a bola tocou no gramado, subiu e encobriu a trave. Incrível!!!
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Aos 34, o mesmo Guto foi, justamente expulso. 30 segundos depois...Moradei, pegou o rebote da defesa e acertou um belo chute, de fora da área, no cantinho direito. 4 x 3.
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O Sport se mandou pr'a frente mas não conseguia concluir com perigo.
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Aos 44, Durval soltou a bomba numa cobrança de falta próximo à meia-lua e Felipe espalmou, garantindo os 3 pontos para o Corínthians.
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Na entrevista coletiva, o chorão, Emerson Leão, disse que ao sair do gramdo o treinador do Corínthians, Mano Menezes teria lhe dito que "O Simon controlou muito bem o jogo".
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Interrogado sobre a questão, Mano Menezes envermelhou o rosto, não negou a suposta declaração e disse que conversas dentro do campo, quando levadas à publico é coisa de lavadeira.
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Estranho. Ele não negou, ficou sem graça e, prá mim, admitiu, entrelinhas, a declaração.
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Cada um interprete à sua maneira. Eu ví o jogo e não acho que o Simon "roubou", como fez muitas vezes, para o Corínthians, não.
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1 x 1
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No 1° tempo só deu Vitória. Apesar de não contar com sua principal “arma” - o lateral Apodí – o time baiano dominou o meio-campo, contando com boas atuações de Leandro Domingues, Adriano e Willan.
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Aos 12, o artilheiro Róger recebeu livre na entrada da área, girou e marcou. Vitória 1 x 0.
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O Vitória marcava bem na sua intermediária e o Náutico abusava dos erros de passe.
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Aos 33, após cobrança de falta, a bola foi cruzada na área e Leandro Domingues, da marca do pênalti acertou o travessão.
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Aos 38, foi a vez de Leandro Domingues cruzar na área e Róger cara-a-cara com o goleiro cabecear prá fora.
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No 2° tempo, o Vitória recuou afim de buscar os contra-ataques. Não conseguiu e foi dominado pelo Náutico.
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Aos 11 e 12, perdeu boas oportunidades após jogadas de linha-de-fundo e cruzamentos na área.
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Aos 19, Gílmar cobrou falta da entrada da área e Viafara fez grande defesa mandando prá escanteio.
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Na cobrança, a bola foi alçada á área e o zagueiro Wallace cometeu pênalti (“infantil”). P.C. De Oliveira marcou.
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Dois minutos depois, Gílmar cobrou bem e deixou tudo igual. 1 x 1.
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Com um jogador a menos, o Vitória conseguiu atacar apenas 2 vezes. Mas criou e perdeu duas excelentes chances de gol.
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Aos 37, Leandro Domingues, chegou a driblar o goleiro Eduardo e chutou na trave.
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Aos 43, Leandro Domingues saiu na cara do gol e chutou cruzado para grande defesa do goleiro do Náutico.
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Mas aos 47 minutos, Gladstone conseguiu perder um “gol feito”. Após cruzamento ele fechou livre no “2° pau” e “de baixo” do gol chutou por cima. Oh, Gladstone que é ruim!

Venceu o melhor.

Tetra Campeão da Taça Libertadores

O Estudiantes foi melhor do início ao fim. Controlou o jogo à sua maneira, sob a batuta do maestro Veron.
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Ironicamente, após o Cruzeiro marcar seu gol e começar a reencontrar seu jogo, os argentinos fizeram o que não conseguiram nos 90 minutos do 1° jogo e não tinham conseguido até então, apesar de estarem mais próximos.
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A tristeza é indescritível mas o orgulho de ser cruzeirense é inabalável.
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Assim como a única certeza da vida é a morte, no esporte, a única certeza é que um dia se vence noutro se perde.
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Entre o amargo e o doce dessa grande ilusão chamada futebol, a única e essencial diferença entre os grandes e pequenos é que os grandes vencem mais.
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A história do Cruzeiro Esporte Clube é composta de muito mais vitótrias, conquistas que derrotas e fracassos.
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Ontem NÓS perdemos. Mas fica a certeza, um privilégio de poucos, de que várias outras Páginas Heróicas Imortais serão escritas num futuro breve.
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As lágrimas correm, a vida segue...
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"Eu vivo (e viverei) cheio de vaidade, pois, na realidade é um Grande Campeão."

15 de Julho de 2009

É hoje o dia! De quê?

...da alegria☻☻☻e a tristeza nem pode pensar em chegar.
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♫♫♫ Hoje, eu pr'o Mineirão...

Vou torcer pro time que sou fã!

Vou levar foguetes e bandeiras.

Não é de brincadeira, Ele vai ser Campeão!

E eu não vou de cadeira numerada,

Eu vou de arquibancada...

Pr'a sentir mais emoção.

E o meu time...Bota pra fuder!

E o nome dele são vocês que vão dizer:

Ô Ô Ô Ô! Ô,ÔÔ ooo... Zeeeêroooo! ♪♪♪

14 de Julho de 2009

Cruzeiro e Mineirão: A Sintonia de 2 Gigantes.

A França comemora, hoje, os 220 anos da Queda/Tomada da Bastilha. Símbolo maior da Revolução Francesa, considerada um marco divisor na história política-social das relações humanas. (Pelo menos no “Mundo Ocidental”).
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O movimento revolucionário na América que culminou com a Independência dos Estados Unidos, 13 anos antes, foi ainda mais (essa redundância) pioneiro e teria inspirado os burgueses franceses. Mas essa é uma discussão prá outra hora.
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Senso comum é que a História, é subdividida por acontecimentos capazes de transformar a ótica e o comportamento de um significativo número de pessoas.
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Assim, também, é a História do Futebol.
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A história do futebol mineiro, por exemplo, é subdividida entre a.M. e d.M. (antes e depois do Mineirão).
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O Gigante da Pampulha, inaugurado em 1965, possibilitou a acomodação das multidões de torcedores mineiros num estádio e serviu como símbolo e estímulo para o desenvolvimento do espírito de grandeza dos clubes, da imprensa, dos profissionais e dos torcedores.
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Mas nenhum outro clube incorporou mais esse espírito de grandeza do que o, então, Clube do Barro Preto, Cruzeiro Esporte Clube.
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O Cruzeiro é o clube que mais jogou, que mais venceu e que mais vezes deu voltas olímpicas, comemorando títulos, no Mineirão.
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Além dos vários títulos Estaduais, o Cruzeiro é, disparado, o clube mineiro que mais disputou e mais conquistou títulos no Mineirão.
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Entre competições interestaduais, nacionais e internacionais (oficiais), O Mineirão já foi palco para 30 finais envolvendo clubes mineiros.(Incluindo jogo de ida e jogo de volta)
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Dessas 30 finais, o Cruzeiro esteve em 24 delas.
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Confira:

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_ Taça Brasil 1966 (Cruzeiro 6 x 2 Santos)
_ Taça Libertadores 1976 (Cruzeiro 4 x 1 River Plate)
_ Mundial Interclubes 1976 (Cruzeiro 0 x 0 Bayern Munique)
_ Taça Libertadores 1977 (Cruzeiro 1 x 0 Boca Jrs.)
_ Super Copa 1988 (Cruzeiro 1 x 1 Racing)
_ Super Copa 1991 (Cruzeiro 3 x 0 River Plate)
_ Recopa 1992 (Cruzeiro 0 x 0 São Paulo)
_ Super Copa 1992 (Cruzeiro 4 x 0 Racing)
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_ Copa do Brasil 1993 (Cruzeiro 2 x 1 Grêmio)
_ Copa Master 1995 (Cruzeiro 1 x 0 Olímpia)
_ Copa Ouro 1995 (Cruzeiro 0 x 1 São Paulo)
_ Copa do Brasil 1996 (Cruzeiro 1 x 1 Palmeiras)
_ Super Copa 1996 (Cruzeiro 0 x 1 Velez Sarsfield)
_ Taça Libertadores 1997 (Cruzeiro 1 x 0 S.Cristal)
_ Copa do Brasil 1998 (Cruzeiro 1 x 0 Palmeiras)
_ Camp. Brasileiro 1998 (Cruzeiro 2 x 2 Corínthians)
_ Copa Mercosul 1998 (Cruzeiro 2 x 1 Palmeiras)
_ Copa Centro-Oeste 1999 ( Cruzeiro 3 x 0 Vila Nova – GO)
_ Recopa 1998 (Cruzeiro 2 x 0 River Plate)*
_ Copa do Brasil 2000 (Cruzeiro 2 x 1 São Paulo)
_ Copa Sul-Minas 2000 (América 1 x 0 Cruzeiro)
-------------------------(Cruzeiro 1 x 2 América)
_ Copa Sul-Minas 2001 (Cruzeiro 3 x 0 Coritiba)
_ Copa Sul-Minas 2002 (Cruzeiro 1 x 0 Atlético-PR)
_ Copa do Brasil 2003 (Cruzeiro 3 x 1 Flamengo)
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Em 24 finais, 25 jogos. O Cruzeiro venceu 16, empatou 5 e perdeu 4.
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Das 24 finais, o Cruzeiro foi Campeão 15 vezes. Desses 15 títulos, 8 tiveram o jogo decisivo no Mineirão.
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Além dessas 24 finais, vale lembrar que o Campeonato Brasileiro de 2003, também foi conquistado no Mineirão. Como é um Campeonato de “pontos corridos” não tem final. O título foi sacramentado no dia 30/11/2003 quando o Cruzeiro venceu o Paysandu por 2 x 1.
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O futebol mineiro já esteve representado na Taça Libertadores em 15 edições. Dessas 15, o Cruzeiro é responsável por 11.
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O Mineirão já foi palco de 66 jogos da maior competição de futebol da América. Desses 66 jogos, o Cruzeiro esteve em campo 50 vezes.
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No total, o retrospecto do Cruzeiro, na Libertadores, jogando no Mineirão é seguinte:50 jogos, 41 vitórias, 6 empates, 3 derrotas, 117 gols marcados e 37 gols sofridos.
--- (Recorde de público no estádio: 132.834 em 22/06/1997 no jogo Cruzeiro 1 x 0 Villa Nova)

Oficialmente, o Mineirão é do Estado. Mas nenhuma outra torcida tem tantos motivos prá cantar “Ah, uhu...o Mineirão é Nosso!”, como a China Azul.
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Para o Decisão da Libertadores, apenas 64800 ingressos foram colocados à disposição. Essa é, oficialmente, a atual capacidade de público do estádio.
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Se tivesse um estádio com capacidade para 1 milhão de pessoas, ele estaria lotado.
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Mas os mais de 7 milhões de cruzeirenses espalhados pelo mundo, de uma maneira ou de outra estarão presentes, amanhã, no Gigante da Pampulha.
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E tudo que se espera é que o Gigante Cruzeiro, escreva em sua Gloriosa História mais uma Página Heróica Imortal.

13 de Julho de 2009

Semana Punk, Tensão Heavy, Jogo Hard.

Se hoje, 13 de Julho, é o Dia Mundial do Rock, os próximos 3 dias, em Belo Horizonte, serão de intensa "Pauleira".
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As horas que antecedem o início do Espetáculo, passam como uma extensa introdução de solos de guitarra e viradas de bateria num ritmo intenso.
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Quem marca o tempo e (des) controla o ritmo é o coração, acelerado e descompassado como uma coreografia Rock'n Roll.
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A segunda-feira amanheceu com os fanáticos azuis lotando as bilheterias. Da Argentina, 3000 pincharratas já garantiram presença.

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O desafio é controlar as emoções, manter a concentração em outras obrigações até a noite de quarta-feira, quando aí, sim, a última nota do solo de introdução marcará a entrada das vozes da multidão presente no Mineirão.

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Não será uma mera exibição de um único grupo de artistas. No palco gramado, um duelo entre um Bi e um Tricampeão da Libertadores.
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Que o melhor e vasto repertório cruzeirense prevaleça.
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HEY HO, LETS GO!

12 de Julho de 2009

Cruzeiro facilita e Atlético quebra o tabu.

Nesse domingo, o único jogo que assistí da rodada, foi o jogo Cruzeiro e Atlético. Como não tenho vocação prá "comentarista de resultado", vou falar só do que ví.
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0 x 3
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Focado na Decisão da Libertadores, o Cruzeiro entrou em campo com um time todo de reservas.
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Se a dificuldade já era grande, ela se agigantou logo aos 13 segundos de jogo. Na saída de bola, o atacante Zé Carlos sofreu falta do volante Renan e revidou com um tapa na cabeça do atleticano.
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O soprador de latinhas, Paulo César de Oliveira não contemporizou: aplicou, logo, o cartão vermelho para o jogador de Cruzeiro.
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Há margens para reclamação? NÃO.
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O jogo seguiu. E o com o Cruzeiro bem postado, melhor em campo.
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O Atlético só conseguiu dar o primeiro chute a gol, aos 16 minutos. Logo depois que Fabinho, aos 15, livre na área, cabeceou para fora, com a bola tirando tinta na trave.
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A partir dos 20, o Atlético passou a pressionar e a criar oportunidades. Celso Roth fez o óbvio: tirou o lateral Marcos Rocha que já tinha cartão amarelo e colocou um 3° atacante, Alessandro.
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Mas os gols demoraram a sair e quando saiu o primeiro, logo, saiu o segundo.
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Júnior aos 40 minutos e Alessandro (depois de uma “furada” bisonha de Fabrício) aos 43, colocaram o Atlético em vantagem.
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O 2° tempo foi morno. O Cruzeiro se abdicou totalmente do ataque e esperava uma falha do adversário ou um lance de “bola parada” para tentar marcar seu gol.
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De perigo, 2 ataques do Atlético. Aos 20, Éder Luis saiu na cara do gol e Andrey fez grande defesa.
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Aos 30, Andrey saiu mal e Evando cabeceou na rede pelo lado de fora.
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O 3° gol foi mais um presente do Cruzeiro. A bola foi lançada no ataque atleticano, Andrey, apertado por Éder Luiz, tentou dar um passe de peito para um companheiro e entregou a bola nos pés do atleticano que só teve o trabalho de chutar a bola pr'o gol vazio, aos 43 minutos.
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Uma conclusão óbvia: se Zé Carlos não tivesse sido expulso, o Cruzeiro, mesmo com o time reserva poderia ter encarado de igual prá igual o adversário que no final das contas, contou com duas falhas individuais grotescas para conseguir sair com a vitória e assim quebrar o tabu de 12 jogos (10 vitórias 2 empates) sem vencer o Cruzeiro.
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O público foi diminuto; pouco mais de 22 mil pagantes. Absolutamente compreensível. O Cruzeiro jogando com um time reserva e sua torcida preocupada,mesmo, com a Final da Libertadores. Afinal, além da importância do jogo, o cruzeirense que quiser estar no Mineirão na próxima quarta terá que desembolsar, no mínimo, R$ 80,00.
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Mesmo assim, a torcida cruzeirense foi maior que a do rival, que tinha seu time brigando pela liderança do Campeonato. Por simples dedução, concluimos que tinha, no máximo, pouco mais de 10 mil atleticanos no Mineirão.
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Além de ser maior, mesmo com o placar adverso, a torcida do Cruzeiro foi mais atuante, enquanto o outro lado assitia o jogo em silêncio.
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A torcida do Atlético é só um falso mito criado pelo PIG-MG. O time é limitado. O competentíssimo Celso Roth, mais uma vez tira leite de pedra. A liderança é merecida.

11 de Julho de 2009

Abertura da 10° Rodada.

1 x 2
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O Botafogo começou assustando.
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Aos 55 segundos, Juninho cobrou falta que desviou na zaga e sobrou livre para Eduardo que concluiu mal de perna esquerda, à direita do gol.
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Ney Franco, mais uma vez, congestionou o meio-campo e “ganhou” o setor. O Botafogo era melhor, mantinha a posse de bola.
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Aos 13, Emerson (o do Avaí) falhou feio no meio-campo. Vítor Simões aproveitou, avançou e foi derrubado na entrada da área. Juninho, cobrou...a bola passou no meio da barreira e ganhou as redes. Botafogo 1 x 0.
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Aos 18, Vítor Simões cruzou para Renato que cabeceou à direita, rente à trave.
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Aos 21, o Avaí respondeu à altura. Muriqui, da entrada da pequena área, pegou de primeira um cruzamento da direita e chutou por cima. Chance clara.
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Batista articulava pelo meio e “desafogava” o companheiro Lúcio Flávio que estava bem marcado.
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Aos 30, Batista arriscou de fora da área e obrigou o goleiro Eduardo Martini e se esticar todo e evitar que a bola entrasse no cantinho esquerdo.
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O Avaí não conseguia criar. Leandro Guerreiro e Juninho faziam uma partida brilhante.
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Aos 42, Batista sofreu falta pelo lado esquerdo do ataque. Lúcio Flávio cruzou na área e Renato se antecipou à zaga e tocou com o bico da chuteira no canto direito de Eduardo Martini. Botafogo 2 x 0.
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No intervalo, Ney Franco foi obrigado a tirar Juninho, debilitado por uma virose. Entrou Alex Lópes.
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No Avaí, Silas trocou o atacante Luiz Ricardo por Roberto que deu uma canseira danada na defesa botafoguense atuando pelo lado direito do ataque.
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Aos 9, Léo Gago chutou com perigo, de fora da área.
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Aos 10, Roberto ganhou pela direita, invadiu a área e cruzou prá trás, nos pés de Marquinhos que emendou de primeira. Botafogo 2 x 1.
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O Botafogo não se intimidou. Continuou tocando a bola no meio e tomando as iniciativas da partida.
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Aos 14, após cobrança de escanteio, Renato cabeceou, no “1° pau”...a bola atravessou a pequena área e saiu pr'a linha de fundo.
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Aos 18, Léo Gago voltou a arriscar de fora da área. Castillo fez boa defesa.
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Aos 19, Ney Franco perdeu outro jogador debilitado pela tal virose. Saiu Renato que explorava as jogadas pelo lado direito e entrou Fhael.
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O Botafogo continuou melhor mas começou a dar o contra-ataque para o adversário.
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Aos 23, Cristian fechou no "1° pau", após cruzamento da direita...tocou de letra e a bola saiu por muito pouco.
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Aos 24, Muriqui fez jogada pela esquerda, cortou pr'o meio, chutou...Castillo salvou.
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Aos 26, Ney Franco sacou o zagueiro Alex Lopes, mudando do 3-5-2 para um 4-3-3, com Vitor Simões fechando como 4° homem de meio-campo, pela esquerda.
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Aos 27, Roberto girou prá cima de Eduardo, centrou para Marquinhos que abriu na esquerda para Cristian que driblou seu marcador, tocou na saída de Castillo...Leandro Guerreiro salvou a bola praticamente em cima da linha.
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Aos 28, resposta do Botafogo...Batista saiu na cara do gol, demorou a chutar e quando o fez concluiu mal...por cima do gol.
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Botafogo continuava melhor. O Avaví já não conseguia armar contra-ataques.
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Aos 33, Léo Gago arriscou outra de fora da área e desta vez acertou a trave.
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Aos 39, Roberto voltou a ganhar pela direita, cruzou na pequena área...Castillo dividiu com Muriqui e levou a melhor.
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A partir dos 40, a pressão do Avaí aumentou. Mas o lance mais perigoso foi num chute de Michel de fora da área que Castillo defendeu, em 2 tempos.
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3 x 1
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Após a forte chuva que caiu na RMSP, o jogo começou quente.
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Logo a 2 minutos, o soprador de latinhas André Luiz de Freitas Castro (GO), marcou pênalti de Cleiton sobre André Luis, após cobrança de escanteio.
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Aos 3, Val Baiano, cobrou com força, no canto direito de Vanderlei e abriu o placar. Barueri 1 x 0.
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O Baruerí se posicionou defensivamente e passou a explorar os contra-ataques.
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Aos 12, funcionou a eficiente dupla do lado esquerdo. Márcio Careca lançou Fernandinho, que invadiu a área, bateu forte...Vanderlei rebateu...e ele...Fernandinho empurrou a bola pr'o fundo do gol. Baruerí 2 x 0.
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Aos 25 minutos, Renê Simões tirou o velocista Marcos Aurélio e colocou Bruno Batata, na intenção de explorar, ainda mais as jogadas aéreas.
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Mas com uma atuação perfeita dos 3 zagueiros, principalmente, de Leandro Castan que fez uma partida impecável, perfeita.
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O único lance de perigo do Coritiba ficou por conta de uma falta cobrada por Marcelinho Paraíba, aos 38 minutos. Renê mandou pr'a escanteio.
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Everton, pelo meio, ditou o ritmo a favor do Baruerí que administrou bem a vantagem até o intervalo.
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No intervalo, preocupado com o “infernal” lado esquerdo do adversário, Renê Simões sacou seu ala direito, Márcio Gabriel, que já tinha cartão amarelo, e colocou Rodrigo Heffner.
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No início do 2° tempo, o Baruerí se preocupou em conter o ímpeto do Coritiba. Leandro Castan, continuou ganhando todas.
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Aos 12, Fernandinho, ganhou, de novo, pela esquerda e chutou para ótima defesa de Vanderlei.
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Rodrigo Heffner levou perigo em 3 lances seguidos. Aos 14, em cobrança de falta, aos 17, em chute de fora da área (2 belas defesas do goleiro Renê) e aos 18, “furou” o chute, na cara do gol.
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O jogo passou a ficar feio, truncado, excesso de passes errados.
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Aos 37, Marcos Pimentel, cruzou da direita, o goleiro Vanderlei rebateu, a bola tocou nas pernas do zagueiro Cleiton e ganhou o fundo do gol. Baruerí 3 x 0.
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Aos 40, Thiago Humberto, na cara do gol, chutou em cima de Vanderlei.
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Aos 43, Carlinhos Paraíba arriscou de fora da área e acertou um belo chute no canto esquerdo de Renê. Indefensável. Baruerí 3 x 1.
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Aos 47, novamente, Thiago Humberto, saiu na cara do gol e chutou em cima de Vanderlei.
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A campanha do time treinado por Estevam Soares é brilhante. Não só pelos resultados. O time é muito bem treinado, joga com muita consciência tática. Márcio Careca e Fernandinho desequilibram pela esquerda. Thiago Humberto e Everton pelo meio, entendem do riscado e os 3 zagueiros têm se entendido muito bem no posicionamento, com o Leandro Castan sendo, ao lado do Wallace do Vitória, o melhor zagueiro do Campeonato até agora.
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4 x 1
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No Parque Antártica, após a forte chuva que caiu em São Paulo, foi uma lavada do Palmeiras sobre o Náutico.
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O gramado estava encharcado...o passe não saia com precisão.
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Sorte do Náutico. Se as condições de jogo fossem melhores, a goleada, provavelmente, seria muito maior.
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Aos 6 minutos, Maurício Ramos, aproveitando cobrança de escanteio, de cabeça, fez Palmeiras 1 x 0.
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O Palmeiras jogava como queria. O maior adversário era o gramado. Na defesa do Timbu, Gladstone e seus companheiros, quando não faziam falta, entregavam no pé do adversário.
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Aos 14, Obina, quase marca em chute de fora da area. Aos 16, Diego Sousa cobrou falta e acertou o travessão.
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Dos 20 aos 24, o Náutico conseguiu manter a bola no campo de ataque e levou perigo aos 24, após cruzamento de Carlinhos Bala.
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Aos 26, Eduardo soltou a bola nos pés de Cleiton Xavier que de dentro da pequena área, perdeu...chutou em cima da zaga.
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Aos 27, Cleiton Xavier fez jogada pelo meio, tentou dar o passe para Diego Sousa mas a bola caiu nos pés de um zagueiro pernambucano que devolveu o presente...Diego Sousa cruzou e Willans, quase em cima da linha do gol, só escorou de cabeça. Palmeiras 2 x 0.
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Aos 30, após cruzamento de Armero, Cleiton Xavier ajeitou para Obina que chutou muito perto.
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Aos 31, o goleiro Marcos pegou na bola pela primeira vez.
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Aos 35, Armero desperdiçou o contra-ataque, cruzando a bola nas mãos de Eduardo.
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Aos 38, Cleiton Xavier cobrou falta. A bola tirou tinta na trave esquerda.
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Logo aos 2 minutos do 2° tempo, Obina acertou a atrve, em chute da entrada da área.
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Com Diego Sousa jogando muito e Cleiton Xavier e Obina, também, muito bem no jogo, a imprensão era que o Palmeiras marcaria o 3° a qualquer momento.
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Mas aos 19 minutos, num ataque raro, o Náutico chegou ao seu gol de honra. Márcio Barros, contou com o desvio no zagueiro Maurício Ramos para maracar. Palmeiras 2 x 1.
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O Palmeiras "acordou" e "matou" o jogo.
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Aos 27 minutos, Armero avançou em velocidade, tabelou com Cleiton Xavier que de primeira o deixou na cara do gol. O lateral soltou uma boma no ângulo esquerdo. Golaço! Palmeiras 3 x 1.
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Com tranquilidae, o Palmeiras administrava sua vantagem até chegar ao 3° gol aos 39 minutos.
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Cleiton Xavier tocou na entrada da área, entre Pierre e o zagueiro. O símbolo da raça palmeirense, deitado, dividiu a bola, ganhou, levantou-se, e tocou de esquerda no canto do goleiro. Golaço! Palmeiras 4 x 1.
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Vou reescrever aqui o que escreí na semana passada após a vitória do Palmeiras sobre o Avaí:
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"Assim como eu sempre fui favorável ao Dunga na Seleção, acredito que o Palmeiras ganharia muito se oficializasse o "interino" Jorginho. Mas o Belluzo é só mais um cartola, como tantos outros. Não tem coragem prá isso."
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Será que depois do que viu hoje no Pq. Antártica e, principalmente, do que ouviu de todos os jogadores, o cartola vai justificar a fama de diferenciado?

10 de Julho de 2009

15 Anos do Tetra

Dando continuidade ao especial 15 Anos do Tetra”, hoje é dia de falar sobre a decisão das quartas-de-finais, entre Brasil e Holanda.
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A trajetória da Seleção Brasileira até aquele 9 de Julho, ainda, gerava muita desconfiança da opinião pública.

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A árdua e emocionante classificação contra os Estados Unidos na fase anterior, intensificaram, ainda mais, as críticas daqueles que haviam adormecido no ufanismo da conquista do Tri e dos que ainda sonhavam - ou tinham pesadelo - com a Tragédia do Sarriá.
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Mais do que carregar nos ombros a esperança de 150 milhões de brasileiros, aquela Seleção carregava o peso dos 24 anos sem conquista de Copa do Mundo e do fracasso na Copa de 90.
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Não tinha desculpas. O povo, acostumado a descarregar suas frustrações nas alegrias e trsitezas proporcionadas pelo futebol, exigia o título.
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Parreira e seus comandados tinham consciência dessa responsabilidade.
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Era a maior prova de fogo naquela Copa. Não só pela fase decisiva, mas por enfrentar o adversário mais qualificado, até então.
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A Holanda de Koeman, Frank Rijkaard, Bergkamp e cia. tinha passado com facilidade pela Irlanda nas oitavas. Um adversário respeitável em qualquer circunstância.
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Parreira manteve a escalação incial do jogo contra os Estados Unidos, com Mazinho na vaga de Raí, com exceção do lateral esquerdo.
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Leonardo havia sido expulso no jogo anterior e seu reserva imediato, Branco, vinha de uma contusão muscular e estava longe de sua forma física ideal.
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O intenso calor do verão americano e o fato do jogo ser à tarde aumentavam ainda mais o temor pela escalação do jogador. Lídio Toledo avaliou sua escalação.
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O Jogo
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O 1° tempo, como não poderia deixar de ser, foi tenso. Sem gols.
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A Seleção Brasileira jogou melhor. Criou boas oportunidades.
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Romário em duas conclusões levou perigo. Na primeira ele aproveitou cruzamento de Bebeto e chutou rente à trave esquerda. Na segunda, arriscou de fora da área e exigiu boa defesa do goleiro De Goey.
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Mauro Silva, também, arriscou de meia distância e a bola passou muito perto do gol.
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Aos 45 minutos, o Seleção trocou passes. Aldair se aventurou no ataque, tocou no Romário que deu de primeira pr'o Zinho...o meia brasileiro fintou seu marcador, devolveu para Romário dentro da grande área...o baixinho fez o pivô e deixou Aldair de frente pr'o gol...o zagueiro brasileiro, apertado por um marcador holandês, chutou para fora.
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A Holanda não articulou nenhuma jogada. O lance mais perigoso foi uma cabeçada de Bergkamp, após cobrança de falta, pela esquerda, em que a bola foi cruzada na área brasileira.
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No 2° tempo, a Holanda voltou com uma postura diferente. Adiantou a marcação e quis tomar as iniciativas de ataque.
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O Brasil se aproveitou. Em 2 contra-ataques abriu vantagem de 2 x 0 no placar e e em outros 2 chegou na cara do gol.
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Aos 6 minutos, o zagueiro Aldair fez um belo e preciso lançamento para Bebeto na ponta esquerda. O 7 brasileiro se livrou de seu marcador e cruzou para Romário que emendou de primeira, com a categoria de sempre, estufando as redes. Brasil 1 x 0.
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Em outro contra-ataque, Bebeto recebeu na entrada da área, girou e bateu cruzado. A bola bateu na trave direita antes de sair pr'a linha-de-fundo.
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Outro contra-ataque...e dessa vez, bola nos pés de Romário...driblou o zagueiro, colocou na frente e tocou com o bico da chuteira para grande intervenção do goleiro De Goey.
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Aos 18, não teve perdão. Branco lançou Romário que estava impedido. O baixinho fez que não era com ele, saiu da jogada e Bebeto entrou livre, driblou o goleiro e marcou o gol "nana nenê", em homenagem ao seu filho, Mateus. Brasil 2 x 0.
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O Brasil "relaxou" e sofreu o gol no minuto seguinte. Após cobrança de lateral, Bergkamp recebeu livre na meia esquerda, saiu na cara do gol e tocou, por cima, na saída de Taffarel. Brasil 2 x 1.
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A Holanda passou a pressionar. Esperava-se que Parreira fizesse alguma alteração colocando algum jogador descansado, já que o desgaste físico era visível. Parreira não mudou.
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Aos 31, "a casa caiu". Após cobrança de escanteio, Taffarel saiu muito mal do gol e o meia Winter deixou tudo igual. Brasil 2 x 2 Holanda.
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Após o empate, Parreira " se mexeu"; trocou Mazinho por Raí.
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A tensão era imensa. O momento do jogo era todo favorável ao adversário.
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Aos 35 minutos, Branco avançou em diagonal. Deixou um marcador para trás...avançou mais um pouco e colocou a bola no meio de dois holandeses que o pararam com falta.
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Branco ainda teve a mão pisada, ao cair no chão. Um principio de confusão.
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Um empurrão aqui, um "deixa disso" dali. O coração acelerado e a expectativa pal cobrança da falta, que todos sabiam que teria que ser feita por ele mesmo...Branco.
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36 minutos - Ele ajeitou a bola...tomou longa distância e...correu...disparou...GOOOOOOLL...
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O Brasil "explodiu" de emoção. Branco não conteve as lágrimas e saiu em direção ao médico Lídio Toledo, a quem agradeceu com um abraço, emocionado.
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Nos minutos finais, o desespero holandês não surtiu efeito. O soprador de latinhas, Rodrigo Badilla, levou o jogo até os 50 minutos, o que só aumentou a aflição, a emoção e a festa brasileira.
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Pós-jogo
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"Foi o primeiro jogo de gente grande e o Brasil mostrou que apesar dos defeitos de seu treinador tem time para chegar à final. O 3 a 2 contra a Holanda revestiu-se daquela dramaticidade que só jogos de Copa são capazes de criar.Claro que o Brasil colaborou para a taquicardia nacional ao deixar os holandeses chegarem ao empate depois de um vantagem de 2 a 0. Um meio de campo cansado –que pedia um jogador novo– e um goleiro hesitante na saída de gol facilitaram a reação da Holanda. Só com o 2 a 2 Parreira lançou Raí. Venceu da maneira que gosta –no aperto." (Marcos Augusto Gonçalves - Editor da Revista da Folha de São Paulo)
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"Foi a melhor partida da Copa do Mundo até agora. Mais importante: foi a melhor partida realizada pelo Brasil nos Estados Unidos. Pode-se dizer tudo desta seleção, menos que ela não luta, não se empenha, não tem coração. Muito do que temos feito até aqui deve-se ao entusiasmo dos jogadores.A Holanda também jogou muito bem. Valorizou a vitória brasileira. É uma seleção técnica, que teve força para reagir depois dos 2 a 0.Nesse ponto, devo começar a dizer que jogamos bem, conquistamos boa vitória, já estamos na semifinal, mas não tivemos a grande atuação, a atuação sem reparos que todos nós continuamos aguardando." (Telê Santana, em sua coluna diária na Folha de São Paulo, durante a Copa do Mundo)
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"A trajetória da Holanda neste Mundial acabou justamente no momento de seu melhor futebol. No instante que a seleção holandesa se atreveu a pôr em prática tudo aquilo que sabe fazer, chegou a eliminação pelas mãos do Brasil. Seguramente, não há outra seleção que tenha a qualidade futebolística capaz de fazer dois gols nos brasileiros e mantê-los encurralados em seu campo, deixando os canarinhos quase sem capacidade de reação.Cair fora do Mundial jogando um futebol de alto nível e sendo derrotado pelo Brasil não é demérito algum, mas eu gostaria de saber porque a Holanda teve que esperar estar perdendo de 2 a 0 para decidir-se a aplicar o futebol ofensivo que todo mundo sabe que ela é capaz de praticar." (Johan Cruyff, em sua coluna diária na Folha de São Paulo, durante a Copa do Mundo)
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Ficha Técnica
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Brasil 3 x 2 Holanda
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Data: 09/07/1994
Cidade: Dallas
Estádio: Cotton Bowl
Público: 63.500
Árbitro: Rodrigo Badilla (Cos)
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Brasil: Taffarel; Jorginho, Aldair, Márcio Santos e Branco (Cafú); Mauro Silva, Dunga, Mazinho (Raí) e Zinho; Bebeto e Romário; Téc.: C.A.Parreira
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Holanda: De Goey; Valckx, Koeman e Wouters; Rijkaard (Ronald de Boer), Witschge, Jonk e Winter; Overmars, Bergkamp e Van Vossen (Roy); Téc.: Dick Advocaat