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Felizes com a conquista do Estudiantes, os atleticanos compareceram em grande número ao Mineirão e cantaram o nome de seu novo ídolo: Veron.
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Pouco antes do início da partida, a imagem do craque argentino foi exibida no telão do estádio e levou a torcida, carente de títulos e carente de ídolos há muitos anos, à loucura.
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Logo que a bola rolou, o sãopaulino Miranda se candidatou à ídolo atleticano,também. Sozinho ele conseguiu se enrolar com a bola e entrega-la de presente para Diego Tardeli que nem agradeceu. Invadiu a área e fuzilou o goleiro Dênis. Atlético 1 x 0.
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A partir de então, foi um massacre. Thiago Feltri, pela esquerda, arrasou com o fraco Zé Luis e criou muitas jogadas de perigo.
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O “miolo” de zaga sãopaulina parecia querer se consagrar de vez com a torcida adversária. Cada ataque atleticano era um “ataque cardíaco” tricolor.
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Aos 6, Thiago Feltri cruzou na cabeça de Diego Tardeli, dentro da pequena área, entre 2 zagueiros....cabeceou para fora.
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Em chutes da entrada da área o Atlético usou e abusou em errar o alvo.
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Aos 20, Tardeli deixou Éder Luiz na cara do gol, mas ele demorou a chutar, adiantou a bola e foi travado na hora da conclusão.
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Só aos 34 minutos, o São Paulo conseguiu articular uma jogada decente. Júnior César cruzou da esquerda e Werlei desviou prá escanteio, quase marcando gol contra.
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Aos 36, após boa troca de passes, Dagoberto chutou cruzado, prá linha-de-fundo.
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Aos 37, Thiago Feltri ganhou a 1000° jogada sobre Zé Luis. Carlos Alberto chegou a marcar o gol, mas fazendo falta no goleiro, Dênis. Gol anulado.
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Nos minutos finais do 1° tempo, o São Paulo conseguiu se livrar da pressão.
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No 2° tempo, bastaram 2 ataques para o Atlético liquidar o jogo.
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Aos 5, Éder Luiz cruzou para Diego Tardeli...livre, no “2° pau”, dentro da pequena área, recuou a bola para o goleiro Dênis.
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Aos 7, Serginho arrancou pelo meio, saiu pela meia esquerda, tocou pr'o Eder Luiz e recebeu de volta...na cara do gol...um tapinha no canto esquerdo...2 x 0.
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O restante do jogo foi meio em “banho-maria”. Isso porque o Atlético recuou prá tentar jogar no seu melhor estilo: explorando os contra-ataques.
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Mas a falta de precisão no “último passe” impediu que a vantagem fosse aumentada.
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Como o São Paulo era totalmente ineficiente, o Atlético acabou se acomodando e ficando satisfeito com o resultado. Se forçasse um pouquinho mais, ganharia de quanto quisesse.
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Se com Muricy o time era dependente das jogadas aéreas, com Ricardo Gomes parece que o time está proibido de tentar essas jogadas. Assim, o “11” tricolor é apenas um protótipo de time de futebol.
Com um meio-campo bastante congestionado, o Sport conseguiu evitar as jogadas do Corínthians no ínicio do jogo. Não atacava, mas, também, não era atacado.
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O Corínthians só conseguiu chutar a primeira bola ao gol, aos 11 minutos. Ronaldo, de fora da área, de perna esquerda, rente à trave esquerda.
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No minuto seguinte, no único ataque do Sport no 1° tempo, Fabiano escorou cruzamento da direita e tocou de cabeça no ângulo direito de Felipe. Sport 1 x 0.
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Aos 15, Ronaldo perdeu na cara do gol. Após cobrança de escanteio, ele apareceu livre no “2° pau” e chutou em cima de Magrão.
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O Corínthians mantinha a posse de bola mas não conseguia furar o bloqueio pernambucano.
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Aos 27, Jorge Henrique fez jogada pelo meio, tocou para André Santos que entrou pela esquerda e fez um cruzamento preciso para Ronaldo, no “2° pau” que livre, empatou o jogo. Corínthians 1 x 1 Sport.
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O panorama continuou o mesmo. Corínthians tentando atacar e Sport tentando marcar.
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Até que aos 34 minutos, Diogo cruzou, Ronaldo entre 2 marcadores, nem precisou sair do chão para arcar mais um, de cabeça. Corínthinas 2 x 1.
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Mesmo com o placara adverso, o Sport passou o restante do 1° tempo, recuado e tentando evitar o 3° gol corinthiano.
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No 2° tempo, o Corínthians começou arrasador. A 1 minuto, aos 2 e aos 2:47, foram 3 boas oportunidades criadas no ataque.
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Aos 4, Cristian avançou pelo meio, arriscou o chute de fora, a bola desviou na zaga e foi morrer no fundo das redes. Corínthians 3 x 1.
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Aos 8, Ronaldo voltou a usar a cabeça, após cobrança de falta, e quase marcou o seu 3° gol.
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A partir daí, o jogo mudou radicalmente. O Sport saiu pr'o jogo, explorando as jogadas pelas laterais,pressionou, colocou o Corínthians na roda...até os 33 minutos.
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Vandinho entrou no lugar de Luciano Henrique e foi decisivo.
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Aos 11, Dutra acertou a trave. Aos 18, Dutra cruzou da esquerda e Vandinho ganhou da zaga e diminuiu. Corínthians 3 x 2 Sport.
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Aos 22, Hamilton chytou de fora da área, Felipe soltou nos pés de Guto que chutou em cima do goleiro...na sobra, Vandinho rolou pr'o fundo do gol. 3 x 3.
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Só dava Sport. Mantendo a posse de bola, trocando passes e envolvendo o adversário.
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Aos 28, Guto, sozinho, dentro da pequena área, cabeceou...a bola tocou no gramado, subiu e encobriu a trave. Incrível!!!
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Aos 34, o mesmo Guto foi, justamente expulso. 30 segundos depois...Moradei, pegou o rebote da defesa e acertou um belo chute, de fora da área, no cantinho direito. 4 x 3.
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O Sport se mandou pr'a frente mas não conseguia concluir com perigo.
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Aos 44, Durval soltou a bomba numa cobrança de falta próximo à meia-lua e Felipe espalmou, garantindo os 3 pontos para o Corínthians.
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Na entrevista coletiva, o chorão, Emerson Leão, disse que ao sair do gramdo o treinador do Corínthians, Mano Menezes teria lhe dito que "O Simon controlou muito bem o jogo".
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Interrogado sobre a questão, Mano Menezes envermelhou o rosto, não negou a suposta declaração e disse que conversas dentro do campo, quando levadas à publico é coisa de lavadeira.
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Estranho. Ele não negou, ficou sem graça e, prá mim, admitiu, entrelinhas, a declaração.
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Cada um interprete à sua maneira. Eu ví o jogo e não acho que o Simon "roubou", como fez muitas vezes, para o Corínthians, não.
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Aos 12, o artilheiro Róger recebeu livre na entrada da área, girou e marcou. Vitória 1 x 0.
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O Vitória marcava bem na sua intermediária e o Náutico abusava dos erros de passe.
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Aos 33, após cobrança de falta, a bola foi cruzada na área e Leandro Domingues, da marca do pênalti acertou o travessão.
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Aos 38, foi a vez de Leandro Domingues cruzar na área e Róger cara-a-cara com o goleiro cabecear prá fora.
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No 2° tempo, o Vitória recuou afim de buscar os contra-ataques. Não conseguiu e foi dominado pelo Náutico.
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Aos 11 e 12, perdeu boas oportunidades após jogadas de linha-de-fundo e cruzamentos na área.
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Aos 19, Gílmar cobrou falta da entrada da área e Viafara fez grande defesa mandando prá escanteio.
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Na cobrança, a bola foi alçada á área e o zagueiro Wallace cometeu pênalti (“infantil”). P.C. De Oliveira marcou.
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Dois minutos depois, Gílmar cobrou bem e deixou tudo igual. 1 x 1.
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Com um jogador a menos, o Vitória conseguiu atacar apenas 2 vezes. Mas criou e perdeu duas excelentes chances de gol.
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Aos 37, Leandro Domingues, chegou a driblar o goleiro Eduardo e chutou na trave.
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Aos 43, Leandro Domingues saiu na cara do gol e chutou cruzado para grande defesa do goleiro do Náutico.
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Mas aos 47 minutos, Gladstone conseguiu perder um “gol feito”. Após cruzamento ele fechou livre no “2° pau” e “de baixo” do gol chutou por cima. Oh, Gladstone que é ruim!










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